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folhasdeluar

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A minha proposta de revisão da lei da greve.

Convivemos com uma lei da greve que data do PREC. Uma lei da greve desatualizada, descontextualizada e que ninguém percebe porque ainda vigora. Uma lei da greve que protege os grevistas e prejudica os outros portugueses que sem culpa alguma veem as suas vidas alteradas.

Por essas razões, eis aqui a minha proposta de revisão da lei da greve.

 

 

1 – nenhuma greve pode ser agendada por tempo indeterminado.

 

2 – é proibido fazer greve na Páscoa, Natal, fim-de ano, no “pico” das férias, antes e depois de um feriado e fim-de-semana.

 

3 – as greves devem ter um limite obrigatório de duração, por exemplo, 5 dias. No final desse tempo os grevistas têm que voltar ao trabalho.

 

4 – os grevistas só podem voltar a fazer greve passados 15 dias.

 

5 – os plenários, (que são outra forma encapotada de fazer greve), devem realizar-se depois do horário laboral ou ao fim-se-semana.

 

P.S. - se isto for inconstitucional, que se altera a constituição.

 

 

3 comentários

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    Folhasdeluar 13.08.2019

    Olá Alice...respeito todas as opiniões...assim como respeito o direito à greve....só não posso aceitar greves imorais e oportunistas. Quando se faz greve nós temos os nossos direitos...os outros perdem-nos...acha justo? Não é por causa de limitações à greve, que o fascismo voltará...ele já aí está...na pessoa do Pardal.
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    Alice Alfazema 13.08.2019

    É bom aceitarmos opiniões diferentes, favorece o diálogo e promove a democracia. Mas, fico triste ao ler isto, as pessoas não fazem greve de ânimo leve, fazem-no por diversos factores e muitos dos quais são graves. Em países com melhores condições laborais os sindicatos são vistos como um meio para diálogo entre o patronato e os trabalhadores, porque é que tantos jovens querem ir trabalhar para fora do país? E se sentem valorizados por lá. E não querem voltar. Porque têm o que aqui não existe, direitos e regalias laborais que lhes proporcionam ter uma melhor qualidade de vida. Em qualquer cenário de mudança há sacrifícios, se a mudança trouxer algo melhor não valerá a pena?

    O pardal é apenas um pardal, não faz um bando. :-)
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