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folhasdeluar

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Com as nossas línguas doces...

 

Quando os caminhos se distenderem em flores absortas

Tombarão destinos nas penas do sono

E quando nos azulejos azuis...pingarem madrugadas

A roupa dançará na corda das calçadas

 

No ventre das amoras contorcem-se poemas

Sangue orvalhado por cósmicos dormires

Que tecem flores nas retinas...fragmentadas

 

Doces águas inundadas por moinhos

Colam letras no espaço...a conta-gotas

À vida regressa o tempo dos sentires

Sorvemos as frutas liquefeitas..coalhadas

Com as nossas línguas doces...poliglotas...