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folhasdeluar

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Desconheço a essência das ideias

Desconheço a essência das ideias. Desconheço a consciência de um mendigo. Sei que há um horizonte em cada mundo. Sei que há um homem em cada horizonte. E um arame farpado a cravar-se na carne de encoberta do desejo.

 

Sim! As borboletas têm uma existência que ignoram. Sim! Os sorrisos ignoram a existência das borboletas.

 

Às tantas...o mundo é um pedaço de carvão e tela. Uma abstracção dissimulada de Dali. Um insulto. Uma tese. Uma ponte de Asbru que em vez de unir separa os homens... dos deuses.

 

Quando tenho vontade de rir compreendo a utilidade do riso. Quando tenho vontade de rir compreendo a inutilidade do riso. E o choro? E as lágrimas do riso? E a linha que separa o escândalo de um santo? Onde fica essa linha imaginária que nos corta a existência? Talvez se eu sangrar...o sal do mar se torne mais fino. Talvez se eu sangrar descubra a tese grátis da paz. E se eu me confundir com um rio...é porque sou mesmo um rio. De certeza que não sou só um caminho. Serei também a espera de uma uma inconsciência impassível. Serei...apenas o ar!

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