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folhasdeluar

Poesia

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Poesia

Enigmas

Tenho mãos de ninhos...tenho dias de mar

Tenho no meu peito todos os novelos

E no cais as âncoras desafiam cruzeiros

Despenham-se salas...relógios...crisálidas

A chuva seca a labareda das bússolas

E na minha solitária mansão dos sonhos

Há enigmas a edificar verdades.

 

Sento-me dentro de um tempo delicado

Lavo a minha alma nesta paisagem de luz

O sol...o rio..e os flamingos de cera côr-de-rosa...

Pastando nas algas que vivem na intermitência do meu olhar.

 

Dorme em mim o silêncio do infinito

Destroços caminham no sossego da folhagem

E o tempo é uma súbita praça onde agonizam palavras...

 

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