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folhasdeluar

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O viço da tarde...

A minha mão cresce para o dia...

Como uma pedra que rola pelas folhas mortas do sonho

Os meus olhos descem pela parede sombria dos pátios

Como a neve que beija as janelas fechadas.

 

Parti o tempo em pedaços... adormeci numa casca de nevoeiro

É a altura de ser vento e vinho... de retornar à floração das ruas

De dormir num floco de cinza e beijar a tua boca de ave perpétua

É altura de quebrar o gelo e amadurecer o sonho

De guardar o negro das noites numa jarra onde florescem acácias tardias

E assomar às palavras que se agarram ao viço da tarde...

 

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