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folhasdeluar

A minha poesia, é a minha incompreensão das coisas.

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A minha poesia, é a minha incompreensão das coisas.

Para que o amor se encontre

Refluxo de tempo

Eco escondido a desafiar

A petrificação do delírio

Rito amargo de mendigo decadente

Profeta de fornalha

Sangue puro em brasa

Gota de febre a queimar as lágrimas

Peregrino de memórias

É preciso um corpo aberto

É preciso uma cinza amarga

E o asfalto a inclinar-se para o inferno

E uma sombra de fogo a mostrar um belo gesto

Para que o amor se encontre

No centro do mundo.

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