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folhasdeluar

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Sal

Banho de luz...fina seda...austera alegria

Nas paredes vive a sombra das árvores inquietas

Impetuosa luz indefinida

Que dedilha memórias de barcos sem rumo

Um dia acreditámos viver na bolha de um tempo feito de metáforas

Um tempo de palavras e águas livres...

Límpidas como crepúsculos oscilantes

Derrubámos muralhas...não por gosto...por necessidade

Subimos promontórios apenas para ver mais longe

Conhecemos os recônditos cantos do corpo

E quando todo o tempo se ergueu em nós

Fomos como água que se evapora...ficámos...

Sal!

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