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folhasdeluar

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Sinais

Não procures sinais. Segue em frente. Desobedece aos caprichos da vida. Beija as pedras e tudo o que não faça sentido. Quem sabe se encontrarás algum sentido no beijar das pedras? Não (...)

Insignificâncias

Abraço essa nebulosa feita de fantasia. Dou nomes a tudo o que não sou. Abraço a noite como quem se atira para dentro de um sonho. Escuto um piano na outra sala. As notas deslizam até mim. (...)

Reconstrução

O que é que sabemos? Sabemos levantar a gola do agasalho sempre que o frio nos faz arrepiar. Sabemos que é preciso beber um café e passear pelas conversas que nos rodeiam. Sabemos que um dia (...)

Obrigado Madalena

Obrigado Madalena, por me deixares segurar na tua pequenina mão enquanto vadiamos pelas ruas ou quando atravessamos a estrada e saltitas pelas faixas brancas da passadeira porque eu te (...)

As vozes

Estamos solitários no meio da multidão. A multidão está solitária em volta de nós. Rodeia-nos o vazio. A mistura de vozes. Os passos. Fluímos na rua numa ordem contrariada. Achamos o (...)

Estrondo

Sobre a minha noite...um fósforo. Dentro da minha alma...uma bússola que perdeu o norte. Na minha mão...um pedaço de poesia. Depois...há fenómenos que não percebo. Coisas inverosímeis. (...)

Sobressaltos

Em cada medo há um silêncio gelado. Em cada desmoronar da tarde há uma espécie de sacrifício. É preciso fazer uma pausa. Apanhar os pedaços de chuva que caem no regaço dos olhos. Sei que (...)

Perder a fé

Perder a fé. Rasgá-la em pequenos sentidos da existência. Dispensar a imortalidade. Calar a metafísica. Falar apenas com gestos de silêncio. É preciso sorrir. Perceber a mística gasosa do (...)